A grande maioria de nós tem acesso a um dispositivo móvel. Desse modo, é possível encontrar milhões de dados pessoais e do mundo todo na palma da mão. Esses dados são aproveitados por muitas empresas para que possam melhorar sua performance de atendimento aos clientes e vendas. A fim de que esses possam ser bem aproveitados, existe o profissional analista de Big Data.

Cada vez mais esses dados serão armazenados e utilizados. O crescimento das nuvens virtuais onde se armazenam nossos documentos, fotos, vídeos e tudo mais que quisermos é visível. De tal forma que são necessários profissionais que possam coletar, processar e analisar todo esse volume de informações.

Se essa análise não for feita, ou não for feita da maneira adequada, corre-se o risco de todos esses dados armazenados não servirem para nada. Se não for armazenada e processada adequadamente e no tempo certo, todo esse volume de informação pode se tornar irrelevante. Outra importância do profissional especializado.

Por essa razão, vamos falar hoje sobre o curso do futuro: Tecnologia em Big Data, oferecido pela FMU. Mas, primeiramente, o que é Big Data?

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O que é Big Data?

De acordo com a empresa Gartner de pesquisa e consultoria, Big Data pode ser definido como: “Grande volume de dados, gerados em alta velocidade e variedade, que necessitam de formas inovadoras e econômicas para processá-los, organizá-los e armazená-los, a fim de se permitir melhor compreensão para a tomada de decisão e automação de processos.” 

Através de ferramentas digitais que tornam a coleta, o processamento e a visualização de dados mais simples e padronizadas, para que possam ser analisadas, os profissionais de Big Data podem dar destino a todo o volume que é produzido.

Dentre todos que aproveitam esses dados, não estão somente grandes empresas querendo saber que tipo de produtos queremos comprar. Essas análises também são utilizadas, por exemplo, pelo governo para a criação de políticas públicas ou por indústrias farmacêuticas na elaboração de novos medicamentos.

Informações estão em dispositivos pessoais

Tudo aquilo que produzimos de informações nos nossos smartfones, como a localização por GPS ou acesso às redes sociais, servem como base para que nossos padrões sejam analisados. Não só nosso consumo de informação ou de produtos, mas também até por onde andamos. Sempre que aceitamos dividir nossos dados, alguma empresa está aproveitando essas informações para otimizar seus processos.

Por isso, o profissional que atua em Big Data é aquele que, com habilidades analíticas, criatividade, matemática e informática, analisa esses dados de forma a ajudar as organizações a tomarem as melhores decisões. É uma carreira relativamente nova e com bastante espaço no mercado.

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Os princípios do Big Data

Existem 5 princípios que definem o que é Big Data. São os chamados 5 V’s. São eles:

  • Volume: as ferramentas de Big Data devem saber lidar com grandes volumes de dados. As tecnologias criadas para análise conseguem trabalhar com esse grande fluxo de informações, muitas vezes até em tempo real;
  • Variedade: o fluxo de dados é variado. As informações vem de todos os lados, sejam dispositivos móveis, meios offline ou transações financeiras. São dois tipos de dados, os não estruturados, que não são coletados de banco de dados, por exemplo, e os estruturados, que já vem organizados;
  • Velocidade: as ferramentas de análise devem encontrar os padrões rapidamente. Uma das maiores aliadas é a computação na nuvem;
  • Veracidade: o conjunto de dados utilizados na análise deve ser confiável. Com isso, as ferramentas devem aprender a filtrar o que serve e o que não serve para análise. Além disso, deve haver segurança dos dados;
  • Valor: o final dessa análise deve agregar valor ao processo, ou seja, devem identificar tendências e padrões que gerem possibilidades para o gestor tomar decisões com confiança. Com isso, ele pode direcionar melhor a estratégia para conquistar clientes e mais mercados.

E você? Se identificou com essa área? Acha que a análise de dados de tecnologia é para você?

Para trabalhar com Big Data, uma boa opção é fazer um curso superior de tecnologia em Big Data e Inteligência Analítica. A FMU possui esse curso e ele pode abrir seus horizontes para esse que é considerado a profissão do futuro.

Curso de Tecnologia em Big Data e Inteligência Analítica da FMU

O curso é de tecnologia, com duração de 5 semestres. Está disponível nas modalidades presencial no campus Liberdade no período noturno, ou à distância.

O objetivo do curso é preparar o estudante para aplicar a inteligência artificial aos negócios através da análise automatizada e inteligente de dados obtidos de diferentes fontes. Da mesma forma, propiciar decisões mais precisas e otimizadas por parte das organizações.

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Em um mercado cada vez mais competitivo, empresas inteligentes tendem a garantir a sua sobrevivência para tornarem-se líderes de mercado. Nesse sentido, empresas de diferentes ramos podem recrutar este profissional, com destaque para os mercados financeiro, bancos, segurança digital, marketing digital, mineração de dados e sistemas que usam a inteligência artificial aplicada aos negócios.

Durante o curso de Tecnologia em Big Data e Inteligência Analítica da FMU, o estudante aprende a analisar grandes volumes de dados relacionais e não relacionais, aplicar conceitos de estatística, mineração de dados e aprendizado de máquina, além de projetar e gerenciar a infraestrutura de Big Data.

Grade Curricular

  • Álgebra Linear Computacional;
  • Antropologia e Cultura Brasileira;
  • Arquitetura de Dados;
  • Atividades Complementares;
  • Banco de Dados;
  • Banco de Dados Aplicados à Big Data;
  • Comunicação;
  • Desenvolvimento Humano e Social;
  • Engenharia de Dados;
  • Engenharia de Software;
  • Estatística Aplicada ao Data Science;
  • Estrutura de Dados;
  • Ferramentas de Dashboard;
  • Frameworks para Big Data;
  • Fundamentos de Big Data;
  • Fundamentos para Certificação Técnica;
  • Gestão de Projetos;
  • Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina;
  • Internet das Coisas;
  • Introdução à Programação em Big Data;
  • Laboratório de Software e Projetos;
  • Lógica de Programação;
  • Modelagem para Tomada de Decisão;
  • Modelos de Aprendizado de Máquina;
  • Optativa;
  • Pesquisa, Ordenação e Técnicas de Armazenamento;
  • Processo de Negócios e Empreendedorismo;
  • Programação Avançada em Big Data;
  • Programação Orientada a Objetos;
  • Sistemas de Recomendação.

Mercado de Trabalho para Big Data

Com a explosão do volume de dados disponibilizados pelas mídias sociais, o Cientista de Dados, ou seja, o profissional que trabalha com tecnologia de computadores e em Big Data, tornou-se a peça chave dentro de uma organização. Por ser uma área relativamente nova, o mercado está muito carente deste profissional, o que garante excelentes oportunidades de evolução profissional.

Os profissionais com essa formação poderão atuar no alinhamento das tecnologias da Internet das Coisas (IoT) com ferramentas da Inteligência Analítica para gerenciar ambientes de dados, subsidiar tomadas de decisões, analisar processos organizacionais, dados e processos, visando lucratividade, eficiência e qualidade.

Este profissional é, atualmente, um dos mais requisitados pelo mercado de trabalho, principalmente por sua contribuição estratégica dentro da estrutura geral de uma empresa. Quem mais contrata são bancos, instituições financeiras, e-commerces e empresas de desenvolvimento de software.

Ainda assim, o mercado vem se abrindo para qualquer tipo de empresa, seja a indústria em geral, o setor de serviços e comércio convencional.

É fundamental que o profissional de Big Data, assim como outros profissionais da área de tecnologia, estejam sempre preparados para mudanças e sejam adaptáveis a elas. Também é necessário uma constante atualização e de estudos sempre.

Quanto ganha um Cientista de Dados

Segundo o site salario.com.br, um cientista de dados ganha em média R$ 7.059,77, segundo dados oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). O piso salarial está em R$ 6.443,37 e o teto, em R$ 16.803,67.

A cidade onde estão os melhores salários é Barueri, em São Paulo, com um teto salarial de R$ 14.554,20, seguido de São Paulo com R$ 12.920,96 e Rio de Janeiro, com R$ 12.225,75.

Empresas de educação superior são onde estão os maiores salários em termos de segmento, com um teto de R$ 13.223,49, seguida de desenvolvimento de programas de computador e software em geral, com R$ 12.471,43 e desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis, com um teto de R$ 12.317,33.

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