Mesmo em época de crise, uma profissão que tem se mantido valorizada é a das Ciências Econômicas. Quem tem interesse no mercado financeiro, raciocínio lógico e análise crítica pode ter perfil para seguir essa carreira de sucesso. Em tempos de pandemia do novo coronavírus, essa área ficou ainda mais em foco, pois contribui na análise e previsão de cenários econômicos, além de tendências de consumo.

Antes de tudo, a vida de todos depende da economia de um país. Estudar ciências econômicas é compreender o mundo que vivemos. Por que existe desemprego? Pobreza? Concentração de renda? Desigualdades? Tudo isso pode ser entendido por quem estuda sobre economia.

Neste post, vamos falar mais sobre o curso de Ciências Econômicas, quanto ganha um economista, como está o mercado de trabalho e as relações com os acontecimentos mundiais. Vai conhecer também o curso de Ciências Econômicas oferecido pela FMU.

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Curso de Ciências Econômicas da FMU

O curso de Ciências Econômicas da FMU é um curso de bacharelado, nas modalidades presencial nos campi Itaim Bibi, Liberdade e Morumbi e à distância. Tem duração de 8 semestres e pode ser cursado nos períodos matutino e noturno, dependendo do campus universitário.

Durante o curso, o estudante conhecerá os conceitos de administração, economia, planejamento tributário, além de análises de custos. O conteúdo é orientado por três princípios básicos: a ampla formação de estudos em economia, a formação acadêmica relacionada à realidade econômica brasileira e a formação focada no mercado de trabalho, com uma visão global e dinâmica de negócios nacionais e internacionais.

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O estudante se torna apto a analisar o cenário econômico nacional e mundial, bem como desenvolver relatórios e pareceres que ajudam a construir e preservar o patrimônio de pessoas físicas, jurídicas e órgãos governamentais.

O curso de Ciências Econômicas da FMU já possui mais de 50 anos de existência. É um dos cursos mais antigos da instituição. Desde o início, seu plano pedagógico está em permanente construção e desenvolvimento. Visto que, precisa acompanhar a evolução das demandas do mercado de trabalho do profissional de Economia, de tal forma que respeite a legislação educacional.

Dessa forma, faz com que o curso atinja seus objetivos de formar profissionais competentes, éticos, criativos e críticos engajados tanto à realidade profissional quanto às práticas sociais.

Habilidades adquiridas durante o curso de Ciências Econômicas da FMU

Ao fim da formação, o estudante deve adquirir as seguintes habilidades:

  • Raciocínio lógico-matemático na resolução de problemas;
  • Liderança, adotando estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões, com foco em resultados;
  • Negociação, conciliando interesses;
  • Empreendedorismo, com propostas criativas e inovadoras para resolver problemas e/ou criar novos negócios, produtos ou serviços;
  • Análise de processos econômicos;
  • Análise estratégica, elaborando, analisando e avaliando estratégias e projetos econômicos empresariais;
  • Planejamento econômico, mensurando o impacto do cenário econômico e político global no processo de tomada de decisões de caráter econômico em organizações;
  • Análise socioeconômica, analisando o impacto social das questões político econômicas em diferentes realidades e análise de viabilidade econômica, assim como elaboração e execução financeira de orçamentos das organizações.

Conheça a grade curricular do curso de Ciências Econômicas da FMU.

Grade curricular

  • Antropologia e Cultura Brasileira;
  • Ciência Política e Fundamentos de Direito Eleitoral;
  • Comunicação;
  • Contabilidade Gerencial;
  • Contabilidade Social;
  • Desafios Contemporâneos;
  • Desenvolvimento Humano e Social;
  • Desenvolvimento Socioeconômico;
  • Direito Empresarial;
  • Econometria;
  • Economia Brasileira Contemporânea;
  • Economia do Setor Público;
  • Empreendedorismo;
  • Economia Industrial, da Tecnologia e Inovação;
  • Economia Internacional;
  • Estatística Avançada;
  • Estatística Descritiva;
  • Economia Monetária e Financeira;
  • Economia Política;
  • Estatística para Gestores;
  • Finanças de Longo Prazo;
  • Formação Econômica do Brasil;
  • Fundamentos da Administração;
  • Fundamentos de Economia;
  • Gestão Financeira e Orçamentária;
  • História do Pensamento Econômico;
  • História Econômica Geral;
  • Introdução à Contabilidade;
  • Jogos Matemáticos;
  • Laboratório de Empreendedorismo e Gestão: Criação de Novos Negócios;
  • Macroeconomia I e II;
  • Matemática Avançada;
  • Matemática Financeira;
  • Mercados Financeiro e de Capitais;
  • Metodologia Científica;
  • Microeconomia I e II;
  • Optativa I e II;
  • Trabalho de Conclusão de Curso I e II;
  • Prática de Pesquisa em Economia;
  • Prática Profissional em Negócios I;
  • Atividades Complementares;
  • Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Econômicas.

O mercado de trabalho para Ciências Econômicas

O profissional de ciências econômicas pode trabalhar em instituições financeiras, instituições corporativas privadas e do mesmo modo, no setor público. Pode atuar em assessoria econômico-financeira, auditoria e fiscalização, estudos de mercado e de viabilidade econômica.

Além disso, pode fazer análise e elaboração de cenários econômicos, estudos de índices de preços, avaliação patrimonial de empresas, perícia e arbitragem.

É importante ter habilidade para trabalhar com números, domínio em Excel, além de foco em resultados, visão estratégica e bom relacionamento interpessoal. E, em primeiro lugar, ter muito interesse no cenário político e social.

As áreas mais buscadas pelos contratantes são nas áreas de economia empresarial, ambiental, agronegócio e saúde. Além das áreas de investimento, controle orçamentário, gestão e análise de riscos.

Quanto ganha um economista

Segundo o site salario.com.br, um economista ganha em média R$ 6.860,96, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). O piso salarial para quem faz ciências econômicas é de R$ 6.261,92 e o teto, R$ 20.018,61.

A cidade do Brasil com o melhor salário para o profissional de ciências econômicas é Brasília, no Distrito Federal, com um teto de R$ 18.508,13, seguida do Rio de Janeiro, com um teto de R$ 15.096,40 e São Paulo, com R$ 11.582,16.

As empresas de pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais são as que pagam melhor, com um teto de R$ 21.785,23, seguida pelos bancos múltiplos, com carteira comercial com um teto de R$ 19.069,76 e empresas de distribuição de energia elétrica com R$ 11.722,97.

O curso de Ciências Econômicas em tempos de Coronavírus

Pesquisas têm apontado uma nova tendência de consumo por conta da pandemia do Coronavírus. A diminuição dos produtos ditos supérfluos, como roupas e acessórios e, dessa forma, o aumento do consumo dos itens de higiene e limpeza, tem mudado o perfil da economia.

A compra de álcool em gel, por exemplo, cresceu 83%, de sabonetes líquidos, 56% e de desinfetantes, 45%. Isso, em virtude de um estudo da MindMiners, realizado por encomenda da agência de publicidade Leo Burnett.

Ainda assim, com o aumento do consumo de certos tipos de produtos, a Associação Paulista de Supermercados diz não ter havido problemas de desabastecimento. Uma vez que alguns supermercados tem imposto certos limites de compras de alguns itens para evitar que isso aconteça.

Outra mudança que ocorreu na economia por conta do vírus foi o aumento das compras pela internet. Algumas empresas que não estavam na rede, acabaram se vendo forçadas a entrar e outras, já consolidadas, apostaram nas promoções, como frete grátis, por exemplo.

Nesse meio tempo, o consumo por informação também aumentou. Os sites de notícias tem recebido cada vez mais visitas. Os meios de comunicação tradicionais tem se mostrado fontes mais confiáveis segundo os entrevistados, isso porque eles acreditam que notícias veiculadas nas redes sociais, por exemplo, nem sempre são verdadeiras.

O que os economistas podem fazer?

E como ficam as ciências econômicas em tudo isso? Primeiramente, muitas marcas vão ter que se reinventar. Seja na maneira de se comunicar, os produtos que oferecem e até uma reformulação total. Em resumo, estar atento a essas mudanças vai ser fundamental para a sobrevivência de cada uma delas.

Quem estuda ciências econômicas sabe que é necessário, antes de tudo, estar sempre atualizado. O que vai ser da economia ao fim da pandemia é alvo de preocupação mundial. Sabe-se que não tem como não se preocupar com o que vai ser da população logo depois que tudo isso acabar.

O Brasil já vem de um período muito difícil no que se trata a itens básicos como a saúde pública. Desse modo, com a pandemia, os impactos sociais, como o desemprego e aumento da pobreza serão muito desafiadores.

A preocupação dos economistas é conseguir manter a renda dos empregados, facilitar acesso à empréstimos com prazos maiores para pequenos empreendimentos, oferecer subsídios para que empresas possam manter seus empregados, suspender pagamentos de dívidas, entre outros.

Somente ações desse tipo vão poder evitar um iminente colapso financeiro que afetará essa geração e as futuras.

E você? Acha que tem habilidade para lidar com as ciências econômicas? Faz parte do seu perfil pensar em soluções como essas? Continue acompanhando o nosso blog para saber mais sobre diversas profissões.

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